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WHY SO SEXY ZAYN? TELL ME

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4 months ago on 30 January 2012 @ 8:59pm 5,079 notes
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6 months ago on 25 November 2011 @ 3:59pm 2,792 notes
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6 months ago on 25 November 2011 @ 3:07pm 306 notes

O som que o grito de morte não faz

Certa vez ouvi em uma música que um grito de morte não emite som. Nunca parei de fato para pensar naquela afirmação. Afinal, eu nunca havia morrido. Mas, tudo tem sua primeira vez. E eu tive a minha, mesmo não sendo literal. Tudo morre um dia. Todo mundo encontra, alguma vez, a porta que fecha todo o seu passado. Tudo deixa de respirar para que o ciclo possa continuar. As idéias morrem, assim como os pensamentos. Tudo sempre arruma um jeito de encerrar suas atividades. Foi assim que a morte veio para mim.

Eu estava completamente viva, minhas idéias, na flor da idade, brotavam facilmente. Meu corpo gozava de um vigor determinado. As coisas aconteciam da mesma maneira de sempre. No entanto, minhas crenças envelheceram precocemente e faleceram em qualquer noite de setembro. Partiram suavemente, sem despedida, e por isso, eu não notei que não estavam mais vivas. Nada mudou para mim de imediato. Entretanto, comecei a notar que algo estava diferente. Era eu? Eram as pessoas? Era o vento? Eu não sabia dizer, e continuo não sabendo. Só sei que, de repente, tudo começou a perder o sentido. Nada era o mesmo. Era eu. Eram as pessoas. Era o vento. Senti-me completamente incomum àquelas mesmas pessoas com quem eu sempre me sentia bem. Começou assim, mas os estágios seguintes só pioraram. Elas, então, passaram a notar todos os defeitos que eu sempre possuí. Somente naquele momento. Foi um despertar repentino, todos notavam o quão egoísta, egocêntrica, má e invejosa eu era. Somente naquele momento. Tudo o que eu sempre fiz foi questionado. Como eu sempre fui foi investigado. As pessoas odiavam o meu jeito, mas nunca tinha notado isso.

Nos primeiros momentos, eu me preocupei, procurei descobrir o que havia ocorrido, tentei fazer as coisas voltarem ao normal. E o que havia em resposta era somente desprezo. Eu era a bandida e minha ficha criminal me denunciava, não havia como mudar aquilo. O tempo passou lenta, e dolorosamente. Tudo era dor para mim. Ver que todos que eu gostava, todos que estiveram comigo sempre, nutriram por anos, sentimentos que não existiram. Nutriram, com frieza, qualidades que eu nunca tive. Nutriram abraços, sorrisos e palavras, que nunca foram verdadeiros. Na verdade, pode ser que antes fossem verdadeiros, mas observando desta nova perspectiva, eu não diria isso.

Depois de tanto me questionar o que havia de errado, eu simplesmente desisti. Dei o meu melhor e quase feri meu orgulho. Tentei provar que eu ainda era a mesma, que os meus defeitos eram os mesmos que tinha desde a primeira vez que encarei o mundo. Nada. Só regresso e humilhação. Decidi então largar tudo. Parei de me importar, aparentemente, com tudo aquilo. Tentei deixar pra trás até a última lembrança. Foi quando encarei a morte. A morte, notória, das crenças. A morte de todos aqueles sentimentos que pensei existir, de todas aquelas mentiras que acreditei. Tudo morrera. E, por incrível que pareça, não ouvi nenhum som. Nenhum grito de socorro. Nenhum gemido de dor. Nenhum riso de vingança. Pelo contrário, eu estava deitada em minha cama, chorando a morte das coisas simples. Aos prantos, amargos e raivosos, tristes e frustrados, também, mas silenciosos. Eu gritava essa morte, mas a única coisa audível, era o som do ventilador, soprando com força uma noite tão quente.

6 months ago on 25 November 2011 @ 2:57pm

Nada como postar um texto para reestrear meu Tumblr, uma vez que fiquei tanto tempo sem mexer que perdi o acesso ehehheheh mas lá vai

6 months ago on 25 November 2011 @ 2:57pm
via  quase-gaucha  (originally  llivelovelaugh)
6 months ago on 25 November 2011 @ 2:21pm 284 notes
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8 months ago on 3 October 2011 @ 4:39pm 1,342 notes

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk’

via  welcometothehogwarts  (originally  breadpao)
8 months ago on 16 September 2011 @ 11:16pm 320 notes